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24/4/2008
Carolina

Estive em Londres durante algum tempo, na esperança de mudar de rumo de vida. Todos nós sabemos o estado do nosso país, e procurava uma maneira de conseguir algo de proveitoso a nível de emprego e de conclusão dos meus estudos.

Enquanto no estrangeiro, comecei a frequentar a casa da minha amiga Carolina, que me convidava várias vezes para jantar em casa dela. Carolina tem 47 anos, é divorciada e mantém um corpo verdadeiramente soberbo, sendo muito orgulhosa da sua aparência corporal. Muitas vezes, ultrapassada a hora do último metro e não tendo Carolina paciência para me levar a casa, já eu que não conseguia conduzir do lado esquerdo da estrada, dormia em casa dela. Certamente para me agradar, acordava-me na manhã seguinte levando-me o pequeno-almoço à cama antes de sair para o trabalho.

Uma manha em que o tinha feito, vi que tinha posto dois bules na bandeja. Anunciou-me que não trabalhava nesse dia e despindo o roupão, deslizou para dentro da minha cama depois de me ter pedido para segurar na bandeja. Almoçámos juntos na cama. Quando ela entrou na cama, a camisa que não escondia nada permitiu-me ver as suas longas e bem torneadas coxas, todas bronzeadas bem como o seu firme peito. Discretamente, o meu olhar deslizou pela abertura da camisa. Eu estava apenas de t-shirt, sem pijama, nem sequer cuecas porque gosto de dormir nua, e além do mais, de véspera tinha-me oferecido algum prazer sexual.


Carolina tinha pegado na bandeja e colocando-a no chão ao lado da cama, enfiou-se debaixo da roupa dizendo adorar preguiçar-se de manhã. Imitei-a. Alguns minutos depois, fez-me reparar que os lençóis cheiravam a esperma e fui obrigada a confessar-lhe que esse esperma era o produto da minha masturbação da véspera. Ela fez-me inúmeras perguntas sobre a minha sexualidade, quando tinha começado, o que fazia com as raparigas e com os rapazes, etc. Estávamos deitados de lado, face a face, mas sem nos tocarmos.

Enquanto me interrogava, Carolina deslizou uma das mãos entre as minhas coxas e aplicou o seu dedo maior no meu ânus. Tive um movimento de defesa e ela retomou a sua posição perguntando-me se o meu ânus era virgem. Era o caso, ainda não tinha tido nenhuma experiência homossexual. Ela fez um ar divertido, pareceu não acreditar e acrescentou que eu podia contar-lhe de tudo. Tive que reafirmar-lhe várias vezes que o meu ânus ainda estava virgem. Isso pareceu agradar-lhe e disse-me ao ouvido que eu não sabia o que perdia. Em seguida, molhando o seu dedo na boca, olhando-me com um sorriso cheio de cumplicidade, vem coloca-lo documente sobre o ânus, começando a massajá-lo. Depois, docemente, enfia duas falanges no meu traseiro e mexe o dedo muito devagar voltando-o. Suspirei, pois era uma sensação muito agradável e verdadeiramente feito sem dor alguma. Perguntou-me então se eu não queria experimentar. Levado pela excitação do momento, aceitei.

Toda alegre, eis que Carolina salta da cama e levando-me pela mão conduz-me ao seu quarto e, abrindo uma gaveta, descobre-me uma série de oito pénis em borracha de tamanhos, formas e cores variadas. Um pouco com num sonho, vi a minha amiga Carolina escolher um e dirigir-se à cozinha. Era um pénis em borracha com testículos a fazer de reservatório. Carolina retirou do frigorífico um iogurte natural e pôs o frasco de vidro numa caçarola cheia de água. Eu devia ter um ar espantado pois ela explicou-me que aquecia o iogurte com o qual faria o falso esperma, pois era mais agradável no momento da ejaculação. Carolina mexia o iogurte de vez em quando e colocava o dedo dentro para verificar a temperatura. Quando ficou ao seu gosto, ela passou o pénis de borracha sob a torneira da água quente e introduziu o iogurte todo no reservatório dos testículos.

Encontrava-me agora com Carolina em cima da cama, enquanto ela se apressava a untar-me o ânus com gel. Introduziu o dildo e eu senti como que uma queimadura; tinha a impressão que em qualquer altura o meu ânus se iria rasgar. Ela aconselhava-me, dizendo que fixasse bem a cabeça e os ombros sobre a cama e para cavar os rins. Muito docemente, foi ganhando centímetro atrás de centímetro e depressa chegou ao fundo. Ficámos assim durante muito tempo. O instrumento devia apresentar um certo estreitamento pois ela já não o segurava e ele ficava enfiado no meu ânus. Carolina veio então colocar-se perto de mim, e procurando a minha cara, beijou-me a boca, mergulhando a língua entre os meus dentes. Depois reparando na minha erecção e, na minha verga tesa entre as pernas, disse-me que eu devia gostar dado o estado em que estava. Depois de um tempo de habituação, como ela dizia, ela começou a sodomizar-me realmente.

Irresistivelmente, o movimento do seu punho ganhou velocidade. Não sabia muito bem o que estava a acontecer-me. Deixei-me ir e surpreendi-me mesmo a encorajar a minha amiga para que continuasse. Depois, gritei obscenidades às quais a minha amiga respondeu e, isto fez-me uma sensação estranha no ventre e na coluna vertebral, senti os esguichos mornos do iogurte, perdão, do esperma de Carolina.

Docemente, Carolina retirou o dildo, fechando com dois dos seus dedos o meu ânus. Colocou a glande a dois centímetros da minha boca, e disse-me para a abrir. Fi-lo e recebi em cheio na garganta um jacto de iogurte, perdão, um jacto de esperma do seu pénis.

Carolina estava bastante satisfeita e, vendo-me sempre em erecção, fez-me reparar que não tinha ejaculado. Disse-me que não podia deixar-me assim e, gulosamente absorveu a minha glande entre os seus lábios. As carícias de Carolina fizeram-me inundar a boca de Carolina com um rio de esperma, apesar da minha masturbação da véspera.